Todo serviço psicológico prestado precisa ser registrado. A Resolução CFP nº 01/2009 torna o registro obrigatório, e o Manual Orientativo de Registro e Elaboração de Documentos Psicológicos, publicado pelo Conselho Federal de Psicologia em 2025, detalha como esse material deve ser construído e guardado. A partir desta versão, o PsicoID faz esse trabalho com você.
O prontuário agora vive dentro do perfil de cada paciente atendido, acompanha o caso do início ao encerramento e gera o documento em PDF quando você precisar dele.
Registrar não é burocracia
O manual do CFP é direto sobre o porquê do registro, e nenhuma das razões tem a ver com papelada. A primeira é a continuidade: um caso bem registrado sustenta a qualidade do trabalho ao longo do tempo, inclusive quando outra profissional precisa assumir.
A segunda é sobre você. O registro permite revisitar a própria prática, rever hipóteses, mudar caminhos de intervenção e enxergar o processo em perspectiva longitudinal, coisa que a memória sozinha não entrega depois de alguns meses.
A terceira é sobre quem é atendido. Um registro consistente dá à pessoa mais segurança quanto à qualidade do serviço que recebeu, e é dela o direito de solicitar o prontuário quando quiser.
Do armário com chave para o celular
O manual reconhece as duas formas de registro, em papel e informatizada, e lista o que cada uma custa. No papel, os pontos fracos são conhecidos: falta de padronização, letra ilegível, risco de adulteração, espaço físico ocupado e a chance de perda sempre que o material precisa ser transportado.
Do lado informatizado, o manual aponta justamente o que o PsicoID entrega: estrutura pronta que reduz o tempo gasto com burocracia, agilidade no preenchimento e no arquivamento, controle de acesso, atualização em tempo real e a liberdade de registrar de onde você estiver, logo depois do atendimento, que é o momento em que o manual recomenda registrar.
O prazo de guarda também deixa de ser um problema seu. São cinco anos contados a partir do último registro, e mais tempo em casos como crianças e adolescentes. Nada do que você escreve é apagado: acompanhamento encerrado continua consultável exatamente como ficou.
A estrutura vem do próprio manual
Os campos do prontuário do PsicoID não foram inventados. São os quatro que o CFP define como estrutura comum a registro documental e prontuário:
Identificação da pessoa atendida.
Avaliação da demanda e objetivos do trabalho.
Evolução do trabalho e procedimentos adotados.
Encaminhamento ou encerramento do caso.
A identificação se monta sozinha a partir do cadastro, e o app avisa se ficou algum dado em branco. A evolução são os seus registros de sessão, que já apareciam por consulta e agora aparecem reunidos dentro do acompanhamento a que pertencem, em ordem, prontos para reler.
Ao encerrar, você registra como o trabalho foi concluído e gera o PDF. Ele sai no formato de prontuário psicológico, com o selo de documento sigiloso no topo e uma linha em branco para a sua assinatura, com nome e CRP na legenda. O arquivo é montado no próprio aparelho e vai para o compartilhamento do sistema, então salvar, enviar ou imprimir continua sendo decisão sua.
Sigilo, segurança e LGPD
O manual do CFP levanta uma preocupação legítima sobre registro informatizado: o acesso e a segurança dos dados por parte da empresa que oferece a ferramenta. É uma pergunta justa, e a resposta do PsicoID é esta.
O conteúdo clínico é armazenado criptografado, e não em texto aberto no banco de dados.
O acesso é restrito à profissional responsável pelo vínculo. O paciente não vê o prontuário pelo app, e nenhuma outra conta alcança aquele conteúdo.
O monitoramento técnico do app trabalha com dados anônimos e nunca recebe o que você escreveu, nem nomes, nem horários de atendimento.
Todo o tratamento segue a LGPD, a Lei nº 13.709/2018, incluindo o direito da pessoa atendida de solicitar o próprio prontuário.
É o mesmo sigilo que que a profissão sempre exigiu, aplicado ao sistema.
O prontuário pode ser solicitado pelo usuário/beneficiário. Registre informações pertinentes ao serviço prestado e preserve o sigilo profissional.
Onde encontrar no app
Abra Meus pacientes, toque na pessoa atendida e escolha Prontuário. Se ela não usa o app, dá para cadastrar pelo card "Cadastrar paciente" e o prontuário funciona igual.



